Categoria: Python

Como prometi aposta esportiva nesse post, uma das metas desse ano é aprender Python.

Quem já acompanha esse blog a algum tempo sabe que eu já estudei um pouco sobre a linguagem.

Voltei aos estudos agora no começo desse ano, e voltei com força total… ainda mais agora que tem um projeto onde a linguagem vai ser muito bem vinda :-)

Bom, para quem não sabe programar e quer começar com python eu NÃO RECOMENDO o Livro Mergulhando no Python.

capa livro mergulhando no python

Porque bet apostas ? Esse livro é muito bom, mas para quem já sabe programar em outra linguagem e quer conhecer o Python. Se você não tem nenhuma idéia do que é programar, tente aprender lógica de programação primeiro. Recomendo também estudar Orientação a Objeto, são pre requisitos para estudar essa linguagem.

Um ótimo material para você começar a estudar a linguagem é o Python na prática, feito pela galera da Async.

Se você já estudou o suficiente as estruturas básicas da linguagem (nessa altura do campeonato você já estará apaixonado, hehe) e quer fazer algumas telas gráficas… Você pode estudar um pouco sobre PyGTK. Experimente o Glade, é fantástico como ele trabalha :-)

Dois textos que eu recomendo são: Mantendo a sanidade com o Glade e tem também o artigo sobre libglade do Wilson Freitas, bem completo.

Dúvidas? Vocês podem tirar com a galera do #python-br (rede Freenode). Tem também o site da comunidade que está recheado de documentação

Espero que esses links apostas esportivas online ajude alguem…

(Quem sabe eu não continuo com a série “Torturando Python”?)

Dia D!

Postado em: Cotidiano, Linux, Python
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Saudações minha meia duzia de leitores,

Nesse sábado vai acontecer o Dia D em Manaus. O evento está sendo realizado pelo Grupo de Usuários Debian do Amazonas E estarei marcando presença lá. :-)

Haverá várias paletras interessantes abordando assuntos como Subversion, Python, HLBR, VOIP, Java (eca!), Segurança, etc…

A inscrição é apenas 2 kg de alimentos não perecíveis.

Para maiores informações visite o site do evento: www.gudam.org

Livro: Mergulhando no Python

Comprei o livro Mergulhando no Python de Mark Pilgrim. E recomendo a compra! É extremamente interessante, ele vai direto ao ponto, sem rodeios.

O livro tem uma abordagem bem prática. Impossivel não aprender.

:-)

Torturando Python (parte 2)

Postado em: Python
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Capitulo de Hoje: Banco de dados!

Programar em Python é mais facil que programar em PHP! :-P

Estou andando muito devagar nos meus estudos, até porque não estou tendo tempo. Hoje resolvi dar uma olhadinha como o Python travalhava com banco de dados. Pensei que o bicho ia começar a pegar… Mais uma vez meu queixo caiu no chão!

Todas as linguagens de programação que eu já estudei sempre vi que a linguagem trabalhava de formas diferentes para cada banco de dados. Ou seja, para fazer a conexão com o MySQL era de um jeito, já para conectar com o MSSQL será de outra forma. E a manipulação de dados também era tratada de forma diferente para cada banco de dados.

Não que isso fosse errado, afinal, muito dificilmente uma aplicação vai trabalhar com mais de um banco de dados. Porem uma possível migração de base de dados implicaria no redesenvolvimento da aplicação…

Meu intuito nesse post não é mostrar como são feitas essas conexões e como se trabalha com banco de dados, mas recomendo esse artigo que explica muito bem como isso é feito.

Python, simples assim. ;-)

Torturando Python (Parte 1)

Postado em: Python
Comentários: 1 Comment

Achei muito interessante e resolvi compartilhar com vocês.

Tudo no Python são objetos. Se você cria uma variável ela vira um objeto. Quer um exemplo? Vamos criar uma lista:

>>> teste = [1, 2, 3, 4, 5]

Na verdade, nesse momento você criou um objeto do tipo lista e associou a variavel “teste”. Você deve estar pensando que não tem nada demais nisso que eu falei escrevi. Mas vamos entender melhor. “teste” é apenas um rotulo da lista [1, 2, 3, 4, 5] se associarmos a lista “teste” a outra variável, teremos o mesmo objeto associado a dois rótulos. Entendeu? Não? Então vamos demonstrar, você vai entender agora. Veja abaixo:

>>> teste2 = teste

O que temos agora? Duas listas? Não! Temos apenas uma lista com dois rótulos diferentes. Tanto a lista “teste” quanto “teste2″, referem-se ao mesmo objeto.

Ai você me pergunta: Tá bom Edgar, isso quer dizer que se eu quizer mudar a posicão 2 da variável “teste” automaticamente a posição 2 da variável “teste2″ vai estar alterado?

Eu respondo: Sim! Encare “teste” e “teste2″ como rótulos do mesmo objeto. Não tem como errar, para exemplificar isso que estou falando vamos fazer o seguinte teste:

>>> teste2
[1, 2, 3, 4, 5]
>>> teste2[0] = 0
>>> teste2
[0, 2, 3, 4, 5]

Até aqui nenhum mistério, não é? Apenas mudamos a posição 0 da lista “teste2″ pelo valor 0. Se você exibir o conteúdo de “teste” na tela, verá que a posição 0 também vai estar alterada!

>>> teste
[0, 2, 3, 4, 5]

Lindo não ??

Esse conceito se propaga por toda a linguagem (pelo menos até onde eu estudei). Inclusive a funções… por exemplo:

>>> def soma(x,y): return x+y

Temos ai uma classica função que retorna a soma de dois argumentos passado por parâmetros na função. Se associarmos uma variável qualquer a função, ambas vão se referir ao mesmo objeto. Exemplo:

>>> adicao = soma
>>> adicao(10,10)
20

O interessante é que esse comportamento deixa para trás linguagens bem tradicionais como Java e C++. ;-)

Python, vale a pena estudar!

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